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2 de ago. de 2011

CONSOCIAL em Minas Gerais – Impugnação da Comissão Organizadora – Convocação de Entidades

10:11 0
Amigos,

CONSOCIAL é a Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, convocada pela Presidência da República e organizada, nacionalmente, pela Controladoria-Geral da União - CGU, e que tem por objetivo promover a transparência da gestão pública, estimular a participação da sociedade no acompanhamento das políticas públicas e das ações governamentais, contribuindo para a implantação no Brasil de um controle social mais efetivo e democrático.

Em Minas Gerais, apesar de termos manifestado, formalmente, à Controladoria Geral do Estado, em nome de dezenas de entidades da sociedade civil organizada e dos movimentos sociais que representamos, nosso interesse em integrar a Comissão Organizadora, devido ao nosso reconhecido trabalho de mobilização e articulação, fomos surpreendidos com a falta de transparencia com que está sendo iniciado o processo de construção da Conferencia, onde apenas algumas poucas entidades foram convidadas, via ofício da Controladoria Geral do Estado, para participarem de reunião, no dia 5 de agosto de 2011 (sexta-feira), as 14 horas, na cidade administrativa, para formação da Comissão Organizadora da CONSOCIAL em Minas Gerais.

Como uma Conferencia Nacional sobre Transparencia e Controle Social pode iniciar um processo de construção, dentro de um Estado como Minas Gerais, agindo dessa maneira? Preterindo e alijando dezenas de entidades da sociedade civil, formalizando convites apenas a esta ou aquela entidade?

O que se esperava (e se exige) da Controladoria Geral do Estado, na pessoa do Superintendente Fernando Antônio França Sette Pinheiro, é que o mesmo convoque todas as entidades mineiras, interessadas em participar do processo de construção da CONSOCIAL no Estado, via publicação no Minas Gerais – Diário Oficial do Estado.

Se o tema é transparencia, ele deve dar o exemplo e agir com transparencia. Em momento algum ele ou qualquer outro agente público pode escolher “a dedo” e priorizar, essa ou aquela entidade, preterindo as demais. Esta atitude nada tem de transparente, principalmente alijando do processo de construção da CONSOCIAL em Minas Gerais, entidades da sociedade civil organizada e dos movimentos sociais que representam cidadãos preocupados com o controle social.

Nossa impressão sobre o comportamento da Controladoria Geral do Estado de Minas Gerais é a pior possível, e nós, ESPASSO CONSEG, neste momento, representando vinte e sete (27) entidades da sociedade civil organizada e dos movimentos sociais mineiros, pretendemos impugnar a formação de qualquer Comissão Organizadora Estadual e todos os atos que sejam praticados pela Controladoria Geral do Estado ou pelo Governo de Minas Gerais, referentes à CONSOCIAL, que não sejam realizados dentro de um processo transparente, com publicação no diário oficial, inclusive data, horário e local da reunião para sua formação da Comissão Organizadora de Minas Gerais, aberta a todas as entidades interessadas em participar deste processo de construção.

Assim, vimos convocar todos os interessados na construção de uma CONSOCIAL dentro de um processo transparente e participativo, para nos reunirmos no próximo dia 8 de agosto de 2011 (segunda-feira), a partir das 18:30 horas, na Avenida Afonso Pena, nº 748 - 4º andar, para viabilizarmos a impugnação da Comissão Organizadora Estadual de Minas Gerais, formada por entidades convidadas, via ofício, pela Controladoria Geral do Estado de Minas Gerais, sem qualquer tipo de transparencia e abertura para outras entidades da sociedade civil organizada, interessadas no processo de controle social.

Contando com sua presença,

Sandra Mara Albuquerque Bossio
Coordenadora da Comissão Executiva do ESPASSO CONSEG
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1 de ago. de 2011

CONSOCIAL em Minas Gerais - Exigimos transparencia na formação da Comissão Organizadora

08:32 0
Consocial - Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, convocada pela Presidência da República e organizada nacionalmente pela Controladoria-Geral da União - CGU, tem por objetivo promover a transparência da gestão pública, estimular a participação da sociedade no acompanhamento das políticas públicas e das ações governamentais, contribuindo para a implantação no Brasil de um controle social mais efetivo e democrático.

Amigos,

De uns dias para cá, pessoas tem estranhado meu comportamento em não estar apoiando a realização da CONSOCIAL em Minas Gerais - logo eu, que sou tão ativa, tão dedicada à militancia nas causas sociais.

Acontece que sou dedicada apenas às causas em que acredito, e eu não acredito em ações sem transparencia, como está sendo a condução do processo de construção da CONSOCIAL de Minas Gerais, uma vez que nós, gente do povo e militantes dos movimentos sociais, estamos sendo preteridos de participar da reunião de formação da Comissão Organizadora da Conferencia Estadual.

Para que vocês entendam o que estou dizendo, vou retornar a maio de 2009, quando o governo de Minas convidou apenas algumas entidades, representantes de segmentos específicos da sociedade mineira – “do Lourdes de cima” – deixando de fora entidades do “Lourdes para baixo”. É importante saber que, naquele caso, os convites foram limitados a entidades ligadas ao governo, mas a transparencia não pode ser questionada, uma vez que fizeram públicar, no diário oficial, o convite para a primeira reunião da Conseg, para a formação da Comissão Organizada.

Naquele caso, entidades dos movimentos sociais e sociedade civil mineiros fizeram um requerimento à Secretaria de Estado de Defesa Social, e o Secretário, Dr. Mauricio Campos, permitiu a participação das entidades preteridas, na construção do processo da 1ª Conferencia Estadual de Segurança Pública – 1ª CONSEG.

Este não é o caso da CONSOCIAL em Minas Gerais.

É importante observar que o ESPASSO CONSEG, em nome das entidades e movimentos que representa, enviou carta, datada de 28 de junho de 2011, à Controladoria Geral do Estado, na pessoa do Sr. Hilton Almeida,  informando nosso desejo em participar da reunião de formação da Comissão Organizadora da CONSOCIAL, e vimos, desde então, acompanhando o “andar da carruagem”.

Na semana passada, qual não foi nossa surpresa ao encontrarmos, nas redes sociais, um convite “aberto ao resto” dos conselhos e entidades da sociedade civil, para um Encontro, no auditorio da Controladoria Geral, em Belo Horizonte, de iniciativa do Instituto Ethos e do Movimento Nossa BH, para mobilizar a sociedade mineira para a CONSOCIAL.

É importantíssimo informar que, enquanto o “resto” da sociedade mineira está sendo convidada a “bater palmas” para a controladoria geral, o Ethos e o Movimento Nossa BH, outras entidades foram convidadas para uma reunião no dia 5 de agosto de 2011, às 14 horas, na cidade administrativa, para tratar da CONSOCIAL.

Vocês foram convidados?  O ESPASSO CONSEG, com certeza, não foi.
Não queremos convites especiais, pois não fazemos parte das entidades ligados ao governo, mas exigimos e exigiremos transparencia, desde o inicio desta construção.

Se vai acontecer uma reunião para algumas entidades privilegiadas pelo governo, parceiras do Ethos e do Nossa BH, aí não tem nada de transparente.

Assim, o ESPASSO CONSEG, e vinte e sete das entidades da sociedade civil e dos movimentos sociais que o integram, estaremos atentos ao diário oficial nos próximos dias, aguardando a convocação pública, pela controladoria do Estado, para a primeira reunião da CONSOCIAL, onde será discutida e definida, de forma transparente e dentro do controle social, que entidades farão parte da Comissão Organizadora de Minas Gerais.

É certo que, sem não formos convidados, nem que seja pelo diário oficial, a participarmos da reunião para formação da Comissão Organizadora da CONSOCIAL, estaremos questionando, judicialmente, o processo que privilegia algumas entidades e pretere outras, inclusive aquelas que integram o ESPASSO CONSEG.

Sem mais,

Agradecendo,

Sandra Mara Albuquerque Bossio
Coordenadora da Comissão Executiva do ESPASSO CONSEG
(31) 3422.9769 / (31) 9235.8388
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26 de jul. de 2011

Guardas Municipais se acorrentam nas escadarias da Prefeitura de Belo Horizonte

23:21 0

Mais uma arbitrariedade cometida pelo Comando Policial Militar da Guarda Municipal de Belo Horizonte, onde os servidores, todos civis, não tem direito à livre manifestação de pensamento, nem à defesa de direitos e melhores condições de trabalho.

Depois da exoneração do GM Anderson Acássio de Oliveira e do GM Renato Rodrigues da Conceição, a vítima da vez foi o GM Wellington José Nunes Cezário, respectivamente, fundador e ex-presidente, vice-presidente e atual presidente da Associação de Guardas Municipais da Região Metropolitana de Belo Horizonte - ASGUM RMBH.

Os três, contando com o apoio do SINDGUARDAS-MG, da Nova Central Sindical dos Trabalhaores de Minas Gerais - NCST-MG, do SINDPOL-MG e de lideranças da Sociedade Civil e dos Movimentos Sociais de Minas Gerais, entre eles o Centro pela Mobilização Nacional, iniciaram um protesto, se acorretando na entrada principal da sede da Prefeitura de Belo Horizonte, na Avenida Afonso, diante do Parque Municipal.

Por volta das 21:00h, duas viaturas da 4 Companhia do 1º Batalhão de Polícia Militar compareceram ao local da manifestação, que se transformaram em quatro, na tentativa de impedir a denúncia pública pacífica dos ex-servidores municipais. Enquanto aproximadamente quinze policiais militares se aglomeravam diante dos guardas acorrentados, um grupo de pessoas era assaltado na Rua da Bahia, quase esquina com a Avenida Afonso Pena - a menos de 100 metros da aglomeração de policiais militares. Os bandidos fugiram, levando dois celulares das vítimas. Uma guarnição saiu na captura dos assaltantes, sem sucesso.

Durante a madrugada, nova aglomeração de policiais militares, em quatro viaturas, com suas luzes ligadas. Desta vez, um oficial superior do 41º Batalhão de Policia Militar, que fica no bairro do Barreiro, bem longe do centro da cidade, alem de uma tenente do COPOM. Desta vez, os policiais militares lavraram um boletim de ocorrencia.

Para garantir o direito dos guardas de se manifestarem, publica e pacificamente, um dos advogados da ASGUM, Dr. Gustavo, pernoitou nas escadarias da entrada principal da Prefeitura, ao lado de seus clientes.

Pela manhã, muitos transeuntes se solidariazaram com a situação dos guardas acorrentados, mas ao cair da tarde, sob as ordens do Comandante do Policiamento da Capital, Coronel PM Azevedo, os guardas manifestantes, além do Presidente do Sindguardas-MG, Pedro Ivo Bueno, foram retirados à força das escadarias da sede da Prefeitura de Belo Horizonte, e conduzidos, no "camburão" de uma viatura policial militar, à Delegacia Seccional Centro, na Rua Conselheiro Rocha.

Convocamos os Guardas Municipais de Belo Horizonte, de Minas Gerais, entidades da sociedade civil e dos movimentos sociais, para que cessem as perseguições e esta situação seja revertida e os empregos desses bravos lhes sejam devolvidos.
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15 de jul. de 2011

Guardas Municipais de Itabirito sem apoio

12:54 0
Há três viaturas para entidade e segundo informações, as três estão em condições precárias de bancos estragados a viatura que apaga repentinamente, colocando em risco vida dos agentes. “Todo dia tem que colocar óleo nas viaturas. Tem tanque de combustível vazando em uma viatura e outra esta sem freio. Os veículos vão para arrumar, e, eles alegam que não tem peça. Tem viatura precisando dar baixar, isso para não dizer as três. Tudo é licitar e nunca sai do papel, nem sei se vai para o papel.” Declara o agente. Motos estão paradas por falta de peças.
Quanto à infraestrutura física da sede onde os agentes ficam. Disseram que estão em condições precárias, e quando é preciso arrumar um banheiro é “a maior dificuldade” relata o agente. Falta rádio de comunicação e acessórios como lanternas.
Outro fato, também apontado é a falta de fardamento. “Nós estamos correndo atrás de fardamento e ninguém nos dá retorno. Na verdade bom para este governo é quem obedecem eles. Foi só o Rocha (ex-secretario de Segurança e Trânsito) começar a brigar que eles o demitiram.” Falou o agente que completou ainda que o atual comandante da Guarda, Albuquerque não faz nada pelos agentes. Segundo informações o mesmo deve deixar o comando no mês de agosto. Mas, considera pior a perseguição em que vivem depois que segundo o agente, os integrantes da Guarda Pataro e Gabiais fizeram “fofocas” apontando alguns agentes como “amarelos” (pertencentes a outro grupo político).  “Eles começaram a nos perseguir, porque os denunciamos para o secretário na época, que levou para a secretaria de Administração. Durante a campanha eleitoral em 2009, eles ficaram um mês sem trabalhar, para fazer campanha para este governo. E, depois preencheram o cartão de ponto com hora extra, como estivessem trabalhados. Nem o período probatório deles na época havia terminado. Isso é injusto e desde então só perseguição. As viaturas que foram para Policia Militar seriam para nós.” Finaliza o agente.
Entramos em contato com a secretaria de Administração, que assumiu a responsabilidade da Guarda Municipal desde a demissão do secretario de Segurança e Trânsito. E recebemos a seguinte resposta:
A Secretaria de Administração esclarece que: 
1 - Sempre esteve e está de portas abertas para receber os funcionários que sentirem a necessidade de qualquer reclamação ou sugestão para a melhoria de nossa gestão;
2 – Não posso responder por situações hipotéticas, em que apenas se fala que conversaram com ex-secretário de Segurança;
3 – Quanto aos veículos utilizados pela Guarda, esclareço que estão no planejamento de manutenção. Já à aquisição de novos veículos, a Administração segue os princípios do Prefeito Manoel da Mota de anunciar o que está realizado;
4 – Por fim, fico mais triste ainda ao saber que, na época do pleito eleitoral de 2009, a administração anterior não tomou as devidas providencias em relação a funcionários que, supostamente, deixaram o serviço para fazer campanha, pois assumimos em dezembro de 2009. 

A Prefeitura de Itabirito continua de portas abertas.  
Valmir Pedrosa do Carmo
Secretário Municipal de Administração


FONTE: BM NOTÍCIAS

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27 de jun. de 2011

Guarda Municipal de Itabirito participa de Fórum Técnico de Segurança e Paz nas Escolas

07:43 1
 
A Guarda Municipal de Itabirito participou do primeiro Fórum Técnico – Segurança nas Escolas por uma cultura de paz, sendo a única Guarda Municipal participando do Fórum, representou as demais Guardas Municipais do Estado, com apoio da Prefeitura Municipal de Itabirito. Os Guardas Municipais Alex, Moreira e Oliveira, foram até a cidade de Juiz de Juiz de Fora, para participar, debater e sugerir propostas que venham contribuir na prevenção e combate a violências nas escolas do município, e assim o município de Itabirito se antecipa na prevenção com a Guarda Municipal, para que a situação em suas escolas não chegue aos patamares de violência como em outras cidades. Presidiu o fórum o Dep. João Leite, e participação dos Deputados Bosco, André Quintão, Wilson Batista, Bruno Siqueira, Carlinhos Moura e Deputada Maria Lara.
A capacitação e a valorização dos profissionais da educação, com a implantação do piso nacional para os servidores da categoria e o aumento do percentual orçamentário investido na área. Essas foram algumas das principais propostas apresentadas pela Zona da Mata para enfrentar a violência nas escolas. O primeiro encontro de interiorização do Fórum Técnico Segurança nas Escolas - por uma cultura de paz, realizado pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais reuniu cerca de 450 pessoas de 40 municípios da região, em Juiz de Fora, nesta terça-feira (21/6/11).
O fórum realizará ainda quatro reuniões em outras regiões do Estado e, entre os dias 5 e 7 de outubro, será encerrado em Belo Horizonte, com a votação das propostas apresentadas em todo o Estado.
Três grupos de trabalho discutiram a violência na escola e apresentaram dez propostas cada para serem encaminhadas para a etapa final do fórum, em Belo Horizonte. Os temas discutidos pelos grupos foram: Violência no ambiente escolar (Grupo 1); Integração de ações e programas (Grupo 2) e Prevenção e combate à violência escolar (Grupo 3).
Os grupos sugeriram, entre outras ações, a criação de uma escola de pais, em atendimento ao artigo 129 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) ou voluntária; a incorporação de conteúdos voltados à prevenção da violência nos currículos escolares e a criação de uma rede de atendimento multidisciplinar dentro da escola, com a participação de psicólogos, assistentes sociais e, ainda a valorização dos conselhos tutelares.
A implantação do piso nacional também foi reivindicada por servidores da educação que estão em greve e fizeram uma manifestação durante a abertura do fórum, interrompendo as falas dos deputados por alguns instantes. Leia mais»
Mais quatro reuniões estão previstas para o interior
O fórum terá também reuniões, ainda sem datas definidas, em Januária ou Janaúba (Norte de Minas), Araxá (Alto Paranaiba), Varginha (Sul de Minas) e Contagem (Região Metropolitana de Belo Horizonte). A etapa final do fórum está marcada para os dias 5, 6 e 7 de outubro, em Belo Horizonte.
Nas reuniões do interior do Estado, os organizadores pretendem levantar os problemas enfrentados pelos alunos e profissionais da educação daquela região, decorrentes da violência dentro e fora do ambiente escolar. Também vão discutir propostas de integração de órgãos e políticas públicas relacionadas à questão da violência no ambiente escolar e buscar subsídios para a formulação de políticas públicas visando à prevenção e ao combate à violência nas escolas.
Como resultado das discussões feitas na etapa de interiorização, elabora-se uma série de propostas, que depois serão votadas na Plenária final, em Belo Horizonte. O documento final de um fórum técnico é encaminhado com sugestões de ações aos diversos órgãos competentes.

Programação
Fórum Técnico
Segurança nas Escolas - Por uma Cultura de PazReunião Mata
Juiz de Fora - 21/JUN/2011

Local:
Instituto Grambery - Juiz de Fora
8h30 – Abertura
Deputado Dinis Pinheiro – Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Custódio Antônio de Mattos - Prefeito Municipal de Juiz de Fora
Carlos César Bonifácio - Presidente da Câmara Municipal de Juiz de Fora
Ronaldo Araújo Pedron – Subsecretário de Atendimento às Medidas Socioeducativas da Secretaria de Estado de Defesa Social
Maura Couto Gaio – Diretora da Superintendência Regional de Ensino de Juiz de Fora da Secretaria de Estado de Educação
Eleuza Maria Rodrigues Barbosa – Secretária Municipal de Educação de Juiz de Fora
Maria Cecília GollnerStephan – Juíza da Vara da Infância e da Juventude de Juiz de Fora (a confirmar)
Maria Elmira Evangelina do Amaral Dick – Promotora de Justiça e Coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Idosos
Ramon Costa Fonseca - Defensor Público da Infância e da Juventude de Juiz de Fora
Ronaldo Gonçalves de Oliveira – Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juiz de Fora
José Evaristo Santoro Filho – Conselheiro Tutelar de Recreio-MG
Rosemare Helena de Souza Silva – Vice-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – Seccional Mata
Beatriz da Silva Cerqueira – Coordenadora-Geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais
Representante dos Pais
Representante dos Alunos

9 horas – Exposições

9 horas – Panorama da violência no ambiente escolar
Janaina Sara Lawall – Socióloga e pesquisadora do Centro de Pesquisas Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora

9h45 - Experiências na prevenção e no combate à violência escolar
Programa Escola Viva Comunidade Ativa
Maria Cristina Pinheiro – Coordenadora do Programa Escola Viva Comunidade Ativa da Secretaria de Estado da Educação
Escola na medida socioeducativa, a base para as novas conquistas
Alexandre Correa Rocha – Diretor-Geral do Centro Socioeducativo de Juiz de Fora

10h30 – Grupos de Trabalho

Grupo 1 - Violência no ambiente escolar
Segregação, discriminação e falta de convívio na diversidade; transtornos comportamentais; inversões de valores; bullying; profissionais da educação e a violência; drogas (consumo e tráfico) lícitas e ilícitas no ambiente escolar; influência do ambiente social na comunidade escolar.

Grupo 2 - Integração de ações e programas
Interface da educação com a assistência social, a cultura, a saúde, a defesa social, o esporte, os conselhos tutelares e os conselhos municipais de educação; o Estatuto da Criança e do Adolescente (medidas de proteção e medidas socioeducativas), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e o processo educacional.

Grupo 3 - Prevenção e combate à violência escolar
Políticas e programas de segurança pública para a escola; educação inclusiva; protagonismo infanto-juvenil; educação integral (inclusão de valores humanos no processo educacional); escola em tempo integral; transformação dos espaços físicos da escola; integração da escola com a comunidade (associações, sindicatos, igrejas, movimentos sociais, escotismo, ONG’s, etc); o papel da mídia (imprensa escrita, rádio, TV e internet) na difusão da cultura da paz; o papel da família; valorização dos profissionais da educação e formação específica e continuada para lidar com problemas de violência na escola.

12h30 – Intervalo
14 horas – Reinício dos Grupos de Trabalho
15h30 – Plenária Final
Apresentação do relatório dos grupos de trabalho; eleição dos representantes da região para a etapa final do fórum técnico em Belo Horizonte
18 horas – Encerramento
Próximas reuniões no interior:
Agosto/2011 - Norte - Januária ou Janaúba
Agosto/2011 - Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba - Araxá
Agosto/2011 - Sul - Varginha
Setembro/2011 - RMBH - Contagem
5, 6 e 7/10/2011 - FINAL -Belo Horizonte
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13 de jun. de 2011

Semana de Ação Global contra a Violencia Armada

10:50 0


A Guarda Municipal de Itabirito apoia esta Campanha.

De 13 a 19 de junho acontece a A Semana de Ação Global contra a Violencia Armada onde o Instituto Sou da Paz, no Brasil, é o Coordenador desta Campanha, que tem por objetivo a conclusão de um tratado internacional sobre o Controle de Armas no Mundo.

Clique na imagem abaixo e saiba como participar.



Por ano mais de 500 mil pessoas morrem,  vítimas de armas de fogo - seja pela violência urbana ou em rebeliões armadas e guerras civis. Apesar do problema atingir o mundo todo, não existe nenhuma lei internacional que controle o comércio mundial de armas leves. A falta de uma lei comum faz com que milhões de armas e munições sejam vendidas de maneira irresponsável e cheguem às mãos de grupos terroristas ou criminosos ou sejam utilizadas por governos para cometer graves violações dos Direitos Humanos.

Esta Campanha reúne mais de 700 entidades que lutam contra a violência no mundo. No Brasil, o Instituto Sou da Paz coordena a campanha.

Em linhas gerais, a Campanha pede que os governos assinem um Tratado Internacional de Controle do Comércio de Armas, que regule as transferências de armas e munições entre os países, evitando a exportação às nações que as utilizam em graves violações aos direitos humanos e às leis internacionais.

A disposição para a construção do Tratado foi assinada em 2006 pelos membros da ONU, com exceção dos Estados Unidos, e os moldes e escopo do texto estão sendo discutidos desde então.

Entre os dias 11 e 15 de julho, ocorrerá na sede das Nações Unidas em Nova York, a última sessão da “PrepCom” – conferência preparatória sobre o Tratado de Controle do Comércio de Armas (ou Arms Trade Treaty, ATT). Após frutíferas discussões entre os 192 Estados-membros da ONU nas duas sessões anteriores, a reunião será a última oportunidade em plenário para que os países defendam suas prioridades substantivas antes da conferência de negociação, em julho de 2012.  
Nesta PrepCom – considerada fase de “pré-negociação” – o foco será na implementação do Tratado, ou seja, como os países devem por em prática o texto final quando negociado e ratificado. As PrepCom anteriores, em julho de 2010 e março deste ano, debateram os princípios e objetivos do ATT, os tipos de armas e munições que serão regulados e os critérios que serão usados para decidir, caso-a-caso, autorizar (ou não) uma determinada exportação.
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1 de jun. de 2011

ASGUMI - PROJETOS SOCIAIS EM ANDAMENTO

12:14 0
Projetos da ASGUMI

Objetivos

- trabalhar a cultura da paz, e prevenção da criminalidade através das escolas, associações, ONGs e órgãos publico;
- capacitar os associados e voluntários para que possam disseminar a cultura da paz e prevenção da criminalidade na comunidade onde vive;
- Desenvolver e fortalecer uma cultura de paz por intermédio das escolas e do ambiente social e familiar;
- tornar os ensinamentos para não-violência disseminados na escola, no meio social e no lar;
- informar aos profissionais, alunos e pais das escolas para trabalharem os valores da não-violência junto às crianças e jovens;
- informar para que crianças, adolescentes e jovens sejam formadores de uma cultura e processo de paz na sociedade;
- disseminar as informações nas comunidades do município, visando à prevenção da paz, e da criminalidade;
- acatar sugestões, informações que visem adequar as comunidades nos projetos a serem trabalhados.

Público-alvo

Reconhecendo que as escolas, associações, ONGs e determinados órgãos públicos, são entidades ou instituições para disseminação e fomento da cultura da paz e prevenção da criminalidade, as informações e esforços serão concentrados em prol dos cidadãos que dependem das informações e auxilio, que poderiam ser desenvolvidos pelo estado, e assim, visa compartilhar conhecimento gerador de reflexões e transformações efetivas em prol da pratica pacifica diária.

Metodológia

- Investir na melhoria da relação professor-aluno;
- Complementar os ensinamentos e informações relacionadas a praticas educativas, buscando métodos conforme o ambiente de aprendizado E INFORMAÇÃO;
- Priorizar a informação da cultura da paz, e prevenção da criminalidade;
- Fortalecer atitudes que expressem valores como o respeito e a ética por parte de alunos e cidadãos em situação de risco, afim que sejam exemplo para sociedade.

Avaliações dos resultados

- Através das avaliações de desempenho dos projetos por meios de experiências, relatos, gráficos, solicitações de aplicação dos projetos, efetivos de pessoas ou entidades que se juntam em apoio aos projetos.
- desempenho dos aplicadores dos programas desenvolvidos nos projetos, através de capacitação, graduação e pós-graduação.
- Submeter ao crivo de órgãos e entidades que avaliem estes projetos em prol do bem publico.

TEMÁTICAS DOS PROJETOS
Bullying na Escola                  
        Através de pesquisa e entrevista dos profissionais de educação e pais, aplicar palestras direcionadas ao bullying, conforme faixa etária e atos praticados no ambiente escolar.

Cinema na comunidade             
        Por meio de leitura cinematográfica, assistir e debater temas relacionados à educação, violência e relações humanas, conforme pré-seleção dos temas dos filmes a serem exibidos.

Doenças ocupacionais                           
        Por meio de palestras, vídeos e exemplos informar aos profissionais e trabalhadores dos setores privados e públicos o que doença ocupacional, sendo um fator agravante no ambiente de trabalho que pode trazer diversos transtornos psicológicos, que influenciam na convivência familiar e social, sendo que a doença ocupacional e diretamente relacionada à atividade desempenhada pelo profissional ou trabalhador ou ás condições de trabalhos às quais ele esta submetido.

Drogas na juventude     
        Através de informações por meio de palestras, cartilhas e vídeos, que visam informar ao jovem sobre os malefícios das drogas licitas e ilícitas, e os problemas sociais que geram na sociedade, disseminando a cultura da informação para prevenção do vicio.

Ensinamentos básicos das Leis Brasileiras         
        Com linguagem simples e direta visando informa e ensinar noções básicas das leis existentes no Brasil, abrangendo Constituição Federal, Código Penal, Código de Transito Brasileiro, Estatuto da Criança e adolescente, exemplificando assim os direitos e deveres dos cidadãos brasileiros, e das penalidades para crimes e atos infracionais.

Paz na Escola                       
        Com metodologia e orientação aos alunos por meio de palestras, orientação e coletando sugestões e reclamações dos próprios no inerente ao seu ambiente escolar e familiar, aplicar técnicas orientacionais que visem à cultura da paz e não violência. Este projeto também visa capacitar alunos para a disseminação da cultura da paz nas escolas.

 Transito para adolescentes                 
        No sentido de informar e educar jovens, através de palestras, vídeos, cartilhas e folders, no referente ao trânsito e suas consequências, por não obediências das sinalizações e demais normas do transito.

Transito para crianças             
        Com aplicação de métodos simples objetivos que visem orientar a criança, para noções básicas de regras de trânsito, e este possa disseminar aos seus colegas e familiares a educação para o trânsito. Aplicar se a estas orientações slides, brincadeiras e passeios e locais apropriados.

Uso do Cerol              
         Orientações quantos ao uso do cerol, por meio de slides, cartilhas e informações das penalidades em lei, visando informar os locais impróprios, perigosos para pratica de soltar pipas, e também os locais adequados.



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III MARCHA AZUL - BRASÍLIA - 24-05-2011

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