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27 de jun de 2011

Guarda Municipal de Itabirito participa de Fórum Técnico de Segurança e Paz nas Escolas

 
A Guarda Municipal de Itabirito participou do primeiro Fórum Técnico – Segurança nas Escolas por uma cultura de paz, sendo a única Guarda Municipal participando do Fórum, representou as demais Guardas Municipais do Estado, com apoio da Prefeitura Municipal de Itabirito. Os Guardas Municipais Alex, Moreira e Oliveira, foram até a cidade de Juiz de Juiz de Fora, para participar, debater e sugerir propostas que venham contribuir na prevenção e combate a violências nas escolas do município, e assim o município de Itabirito se antecipa na prevenção com a Guarda Municipal, para que a situação em suas escolas não chegue aos patamares de violência como em outras cidades. Presidiu o fórum o Dep. João Leite, e participação dos Deputados Bosco, André Quintão, Wilson Batista, Bruno Siqueira, Carlinhos Moura e Deputada Maria Lara.
A capacitação e a valorização dos profissionais da educação, com a implantação do piso nacional para os servidores da categoria e o aumento do percentual orçamentário investido na área. Essas foram algumas das principais propostas apresentadas pela Zona da Mata para enfrentar a violência nas escolas. O primeiro encontro de interiorização do Fórum Técnico Segurança nas Escolas - por uma cultura de paz, realizado pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais reuniu cerca de 450 pessoas de 40 municípios da região, em Juiz de Fora, nesta terça-feira (21/6/11).
O fórum realizará ainda quatro reuniões em outras regiões do Estado e, entre os dias 5 e 7 de outubro, será encerrado em Belo Horizonte, com a votação das propostas apresentadas em todo o Estado.
Três grupos de trabalho discutiram a violência na escola e apresentaram dez propostas cada para serem encaminhadas para a etapa final do fórum, em Belo Horizonte. Os temas discutidos pelos grupos foram: Violência no ambiente escolar (Grupo 1); Integração de ações e programas (Grupo 2) e Prevenção e combate à violência escolar (Grupo 3).
Os grupos sugeriram, entre outras ações, a criação de uma escola de pais, em atendimento ao artigo 129 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) ou voluntária; a incorporação de conteúdos voltados à prevenção da violência nos currículos escolares e a criação de uma rede de atendimento multidisciplinar dentro da escola, com a participação de psicólogos, assistentes sociais e, ainda a valorização dos conselhos tutelares.
A implantação do piso nacional também foi reivindicada por servidores da educação que estão em greve e fizeram uma manifestação durante a abertura do fórum, interrompendo as falas dos deputados por alguns instantes. Leia mais»
Mais quatro reuniões estão previstas para o interior
O fórum terá também reuniões, ainda sem datas definidas, em Januária ou Janaúba (Norte de Minas), Araxá (Alto Paranaiba), Varginha (Sul de Minas) e Contagem (Região Metropolitana de Belo Horizonte). A etapa final do fórum está marcada para os dias 5, 6 e 7 de outubro, em Belo Horizonte.
Nas reuniões do interior do Estado, os organizadores pretendem levantar os problemas enfrentados pelos alunos e profissionais da educação daquela região, decorrentes da violência dentro e fora do ambiente escolar. Também vão discutir propostas de integração de órgãos e políticas públicas relacionadas à questão da violência no ambiente escolar e buscar subsídios para a formulação de políticas públicas visando à prevenção e ao combate à violência nas escolas.
Como resultado das discussões feitas na etapa de interiorização, elabora-se uma série de propostas, que depois serão votadas na Plenária final, em Belo Horizonte. O documento final de um fórum técnico é encaminhado com sugestões de ações aos diversos órgãos competentes.

Programação
Fórum Técnico
Segurança nas Escolas - Por uma Cultura de PazReunião Mata
Juiz de Fora - 21/JUN/2011

Local:
Instituto Grambery - Juiz de Fora
8h30 – Abertura
Deputado Dinis Pinheiro – Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Custódio Antônio de Mattos - Prefeito Municipal de Juiz de Fora
Carlos César Bonifácio - Presidente da Câmara Municipal de Juiz de Fora
Ronaldo Araújo Pedron – Subsecretário de Atendimento às Medidas Socioeducativas da Secretaria de Estado de Defesa Social
Maura Couto Gaio – Diretora da Superintendência Regional de Ensino de Juiz de Fora da Secretaria de Estado de Educação
Eleuza Maria Rodrigues Barbosa – Secretária Municipal de Educação de Juiz de Fora
Maria Cecília GollnerStephan – Juíza da Vara da Infância e da Juventude de Juiz de Fora (a confirmar)
Maria Elmira Evangelina do Amaral Dick – Promotora de Justiça e Coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Idosos
Ramon Costa Fonseca - Defensor Público da Infância e da Juventude de Juiz de Fora
Ronaldo Gonçalves de Oliveira – Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juiz de Fora
José Evaristo Santoro Filho – Conselheiro Tutelar de Recreio-MG
Rosemare Helena de Souza Silva – Vice-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – Seccional Mata
Beatriz da Silva Cerqueira – Coordenadora-Geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais
Representante dos Pais
Representante dos Alunos

9 horas – Exposições

9 horas – Panorama da violência no ambiente escolar
Janaina Sara Lawall – Socióloga e pesquisadora do Centro de Pesquisas Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora

9h45 - Experiências na prevenção e no combate à violência escolar
Programa Escola Viva Comunidade Ativa
Maria Cristina Pinheiro – Coordenadora do Programa Escola Viva Comunidade Ativa da Secretaria de Estado da Educação
Escola na medida socioeducativa, a base para as novas conquistas
Alexandre Correa Rocha – Diretor-Geral do Centro Socioeducativo de Juiz de Fora

10h30 – Grupos de Trabalho

Grupo 1 - Violência no ambiente escolar
Segregação, discriminação e falta de convívio na diversidade; transtornos comportamentais; inversões de valores; bullying; profissionais da educação e a violência; drogas (consumo e tráfico) lícitas e ilícitas no ambiente escolar; influência do ambiente social na comunidade escolar.

Grupo 2 - Integração de ações e programas
Interface da educação com a assistência social, a cultura, a saúde, a defesa social, o esporte, os conselhos tutelares e os conselhos municipais de educação; o Estatuto da Criança e do Adolescente (medidas de proteção e medidas socioeducativas), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e o processo educacional.

Grupo 3 - Prevenção e combate à violência escolar
Políticas e programas de segurança pública para a escola; educação inclusiva; protagonismo infanto-juvenil; educação integral (inclusão de valores humanos no processo educacional); escola em tempo integral; transformação dos espaços físicos da escola; integração da escola com a comunidade (associações, sindicatos, igrejas, movimentos sociais, escotismo, ONG’s, etc); o papel da mídia (imprensa escrita, rádio, TV e internet) na difusão da cultura da paz; o papel da família; valorização dos profissionais da educação e formação específica e continuada para lidar com problemas de violência na escola.

12h30 – Intervalo
14 horas – Reinício dos Grupos de Trabalho
15h30 – Plenária Final
Apresentação do relatório dos grupos de trabalho; eleição dos representantes da região para a etapa final do fórum técnico em Belo Horizonte
18 horas – Encerramento
Próximas reuniões no interior:
Agosto/2011 - Norte - Januária ou Janaúba
Agosto/2011 - Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba - Araxá
Agosto/2011 - Sul - Varginha
Setembro/2011 - RMBH - Contagem
5, 6 e 7/10/2011 - FINAL -Belo Horizonte
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13 de jun de 2011

Semana de Ação Global contra a Violencia Armada



A Guarda Municipal de Itabirito apoia esta Campanha.

De 13 a 19 de junho acontece a A Semana de Ação Global contra a Violencia Armada onde o Instituto Sou da Paz, no Brasil, é o Coordenador desta Campanha, que tem por objetivo a conclusão de um tratado internacional sobre o Controle de Armas no Mundo.

Clique na imagem abaixo e saiba como participar.



Por ano mais de 500 mil pessoas morrem,  vítimas de armas de fogo - seja pela violência urbana ou em rebeliões armadas e guerras civis. Apesar do problema atingir o mundo todo, não existe nenhuma lei internacional que controle o comércio mundial de armas leves. A falta de uma lei comum faz com que milhões de armas e munições sejam vendidas de maneira irresponsável e cheguem às mãos de grupos terroristas ou criminosos ou sejam utilizadas por governos para cometer graves violações dos Direitos Humanos.

Esta Campanha reúne mais de 700 entidades que lutam contra a violência no mundo. No Brasil, o Instituto Sou da Paz coordena a campanha.

Em linhas gerais, a Campanha pede que os governos assinem um Tratado Internacional de Controle do Comércio de Armas, que regule as transferências de armas e munições entre os países, evitando a exportação às nações que as utilizam em graves violações aos direitos humanos e às leis internacionais.

A disposição para a construção do Tratado foi assinada em 2006 pelos membros da ONU, com exceção dos Estados Unidos, e os moldes e escopo do texto estão sendo discutidos desde então.

Entre os dias 11 e 15 de julho, ocorrerá na sede das Nações Unidas em Nova York, a última sessão da “PrepCom” – conferência preparatória sobre o Tratado de Controle do Comércio de Armas (ou Arms Trade Treaty, ATT). Após frutíferas discussões entre os 192 Estados-membros da ONU nas duas sessões anteriores, a reunião será a última oportunidade em plenário para que os países defendam suas prioridades substantivas antes da conferência de negociação, em julho de 2012.  
Nesta PrepCom – considerada fase de “pré-negociação” – o foco será na implementação do Tratado, ou seja, como os países devem por em prática o texto final quando negociado e ratificado. As PrepCom anteriores, em julho de 2010 e março deste ano, debateram os princípios e objetivos do ATT, os tipos de armas e munições que serão regulados e os critérios que serão usados para decidir, caso-a-caso, autorizar (ou não) uma determinada exportação.
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1 de jun de 2011

ASGUMI - PROJETOS SOCIAIS EM ANDAMENTO

Projetos da ASGUMI

Objetivos

- trabalhar a cultura da paz, e prevenção da criminalidade através das escolas, associações, ONGs e órgãos publico;
- capacitar os associados e voluntários para que possam disseminar a cultura da paz e prevenção da criminalidade na comunidade onde vive;
- Desenvolver e fortalecer uma cultura de paz por intermédio das escolas e do ambiente social e familiar;
- tornar os ensinamentos para não-violência disseminados na escola, no meio social e no lar;
- informar aos profissionais, alunos e pais das escolas para trabalharem os valores da não-violência junto às crianças e jovens;
- informar para que crianças, adolescentes e jovens sejam formadores de uma cultura e processo de paz na sociedade;
- disseminar as informações nas comunidades do município, visando à prevenção da paz, e da criminalidade;
- acatar sugestões, informações que visem adequar as comunidades nos projetos a serem trabalhados.

Público-alvo

Reconhecendo que as escolas, associações, ONGs e determinados órgãos públicos, são entidades ou instituições para disseminação e fomento da cultura da paz e prevenção da criminalidade, as informações e esforços serão concentrados em prol dos cidadãos que dependem das informações e auxilio, que poderiam ser desenvolvidos pelo estado, e assim, visa compartilhar conhecimento gerador de reflexões e transformações efetivas em prol da pratica pacifica diária.

Metodológia

- Investir na melhoria da relação professor-aluno;
- Complementar os ensinamentos e informações relacionadas a praticas educativas, buscando métodos conforme o ambiente de aprendizado E INFORMAÇÃO;
- Priorizar a informação da cultura da paz, e prevenção da criminalidade;
- Fortalecer atitudes que expressem valores como o respeito e a ética por parte de alunos e cidadãos em situação de risco, afim que sejam exemplo para sociedade.

Avaliações dos resultados

- Através das avaliações de desempenho dos projetos por meios de experiências, relatos, gráficos, solicitações de aplicação dos projetos, efetivos de pessoas ou entidades que se juntam em apoio aos projetos.
- desempenho dos aplicadores dos programas desenvolvidos nos projetos, através de capacitação, graduação e pós-graduação.
- Submeter ao crivo de órgãos e entidades que avaliem estes projetos em prol do bem publico.

TEMÁTICAS DOS PROJETOS
Bullying na Escola                  
        Através de pesquisa e entrevista dos profissionais de educação e pais, aplicar palestras direcionadas ao bullying, conforme faixa etária e atos praticados no ambiente escolar.

Cinema na comunidade             
        Por meio de leitura cinematográfica, assistir e debater temas relacionados à educação, violência e relações humanas, conforme pré-seleção dos temas dos filmes a serem exibidos.

Doenças ocupacionais                           
        Por meio de palestras, vídeos e exemplos informar aos profissionais e trabalhadores dos setores privados e públicos o que doença ocupacional, sendo um fator agravante no ambiente de trabalho que pode trazer diversos transtornos psicológicos, que influenciam na convivência familiar e social, sendo que a doença ocupacional e diretamente relacionada à atividade desempenhada pelo profissional ou trabalhador ou ás condições de trabalhos às quais ele esta submetido.

Drogas na juventude     
        Através de informações por meio de palestras, cartilhas e vídeos, que visam informar ao jovem sobre os malefícios das drogas licitas e ilícitas, e os problemas sociais que geram na sociedade, disseminando a cultura da informação para prevenção do vicio.

Ensinamentos básicos das Leis Brasileiras         
        Com linguagem simples e direta visando informa e ensinar noções básicas das leis existentes no Brasil, abrangendo Constituição Federal, Código Penal, Código de Transito Brasileiro, Estatuto da Criança e adolescente, exemplificando assim os direitos e deveres dos cidadãos brasileiros, e das penalidades para crimes e atos infracionais.

Paz na Escola                       
        Com metodologia e orientação aos alunos por meio de palestras, orientação e coletando sugestões e reclamações dos próprios no inerente ao seu ambiente escolar e familiar, aplicar técnicas orientacionais que visem à cultura da paz e não violência. Este projeto também visa capacitar alunos para a disseminação da cultura da paz nas escolas.

 Transito para adolescentes                 
        No sentido de informar e educar jovens, através de palestras, vídeos, cartilhas e folders, no referente ao trânsito e suas consequências, por não obediências das sinalizações e demais normas do transito.

Transito para crianças             
        Com aplicação de métodos simples objetivos que visem orientar a criança, para noções básicas de regras de trânsito, e este possa disseminar aos seus colegas e familiares a educação para o trânsito. Aplicar se a estas orientações slides, brincadeiras e passeios e locais apropriados.

Uso do Cerol              
         Orientações quantos ao uso do cerol, por meio de slides, cartilhas e informações das penalidades em lei, visando informar os locais impróprios, perigosos para pratica de soltar pipas, e também os locais adequados.



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III MARCHA AZUL - BRASÍLIA - 24-05-2011


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